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Jogo de estratégia ganha mississipianos e garamantes com construções, trilha e sons feitos com IA

Jogo de estratégia ganha mississipianos e garamantes, com construções 3D, trilha e efeitos sonoros gerados pelo Higgsfield AI.

O jogo de estratégia inspirado em Age of Empires desenvolvido no Neriverso ganhou duas novas civilizações: os mississipianos e os garamantes. A atualização usou o Higgsfield AI, patrocinador desta etapa, para produzir trilha sonora, efeitos sonoros e modelos 3D das construções dos dois povos, que se juntam aos marajoaras, da Amazônia, e aos shona, da África Austral.

A escolha seguiu o mesmo critério das civilizações anteriores: nenhum dos povos apareceu em qualquer jogo da série Age of Empires. Os dois também foram selecionados pelas construções e pelas formas de organização bem distintas entre si.

Tela de escolha de civilização com marajoaras, shona, mississipianos e garamantes

Mississipianos de Cahokia na tela de seleção, ao lado de marajoaras, shona e garamantes.

O que muda entre os dois povos

Os mississipianos de Cahokia têm foco em infantaria e comunidade. A sociedade reuniu grandes praças, plataformas de terra e paliçadas. No jogo, a infantaria recebe 15% a mais de vida e as moradias abrigam cinco habitantes a mais que as dos outros povos. A tecnologia exclusiva da Era II, Redes de comunidades, concede três pontos extras de ataque a lanceiros e guardas.

Os garamantes construíram cidades fortificadas no Saara e exploravam água subterrânea para cultivar seus oásis. A coleta de ouro rende 50% a mais por ciclo, e a venda de recursos gera 15% a mais de ouro. A tecnologia Canais subterrâneos aumenta a coleta de alimento em 25%, além das melhorias comuns.

Construções e áudio gerados com IA

Todos os novos prédios foram criados pelo Higgsfield, que dá acesso à Tripo AI para gerar os modelos 3D. Arqueiros, lanceiros, casas e quartéis ganharam construções próprias, e a trilha sonora passou a acompanhar a partida. A vantagem de reunir imagem, áudio e 3D em um único conector é dispensar várias assinaturas separadas.

Modelo 3D do centro da aldeia mississipiana com telhados de palha

Centro da aldeia dos mississipianos, modelo 3D gerado com Tripo AI pelo Higgsfield.

Os efeitos sonoros ainda pedem revisão. O som da troca de era precisa ser mais satisfatório, faltam ruídos de destruição e alguns sons não têm origem identificada. Parte do problema está no limite atual da inteligência artificial: há modelos capazes de escutar e classificar áudio, mas ainda são lentos e imprecisos, então os sons precisam ser gerados sem uma verificação automática confiável.

Partida de teste

O primeiro teste com os mississipianos foi na dificuldade Aprender. A economia avançou com coleta de madeira, fazendas e casas para ampliar a população, até a evolução de era e a pesquisa de melhorias para os aldeões. Os inimigos atacaram pela ponte, foram contidos por arqueiros e lanceiros, e o contra-ataque derrubou o rival, que se mostrou fraco.

Tropas mississipianas reunidas perto de uma ponte durante a partida

Arqueiros e lanceiros mississipianos defendem a travessia do rio na partida de teste.

Os textos históricos do jogo trazem estimativas arqueológicas. Cahokia teria chegado a algo entre dez e vinte mil habitantes no auge. O reino garamante, na atual Líbia, teria reunido entre 50 mil e 100 mil pessoas entre os séculos I e IV depois de Cristo, com a capital Garama somando cerca de quatro mil moradores e mais de seis mil nas aldeias próximas.

Quanto custou a atualização

O custo total ficou em torno de 15 dólares. A parcela de programação equivale a cerca de 2,80 dólares, proporcionais a uma mensalidade do plano 20x do Codex. No Higgsfield, as chamadas de Tripo AI, áudio e demais recursos consumiram cerca de 500 créditos, aproximadamente 12 dólares. O jogo ainda está no começo, e novas civilizações e ajustes devem vir nas próximas versões.

Fonte: Neriverso

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Conteúdo publicado pela equipe Neriverso.