A campanha Stop Killing Games vai criar duas ONGs na Europa e nos EUA para tentar preservar jogos online e evitar que editoras os abandonem, enquanto aguarda um encontro com políticos da União Europeia após uma petição que somou quase 1,3 milhão de assinaturas verificadas.
Os organizadores dizem que as entidades terão papel de lobby de longo prazo e de fiscalização, criando, por exemplo, sites para que jogadores relatem situações de jogos às agências de defesa do consumidor. Em um vídeo de atualização da campanha, o YouTuber Ross Scott afirmou: “A primeira vantagem é que isso nos permitirá fazer lobby de contraposição a longo prazo nessa questão. Estamos tentando encontrar uma maneira, de qualquer forma que pudermos. Isso também sinalizará que não vamos simplesmente desaparecer desse tema.”
Ross citou o ativista Moritz Katzner como quem liderou a iniciativa da petição na União Europeia. Sobre o encontro com legisladores, os organizadores disseram que “na verdade não fazem ideia do que esperar”.
O texto da campanha explica que ONGs tipicamente atuam como grupos de campanha ou ação em questões específicas — por exemplo, Oxfam, Médicos Sem Fronteiras e WWF são citadas como exemplos de organizações com foco em desigualdade, emergências médicas e conservação, respectivamente.
Fontes: Rock Paper Shotgun
