Um arsenal mais variado passou a integrar o projeto de ação em mundo aberto desenvolvido na Godot. A base reúne modos multiplayer, zumbis, campanha e um espaço próprio para testar armas, inimigos e comportamentos antes da integração definitiva nas fases.
As armas de fogo ocupam dois painéis de seleção e permitem alternar entre modelos com respostas distintas. O ambiente de testes também pode receber zumbis isolados, inimigos velozes, hordas e personagens estáticos, criando situações rápidas para avaliar dano, mira e ritmo do combate.

Combate como espaço de experimentação
O projeto ainda está em desenvolvimento e vários ajustes permanecem abertos. Entre eles estão comportamentos de câmera durante ataques dos inimigos, equilíbrio de armas, animações de mãos e a resposta física dos personagens. O sistema de desmembramento já participa dos testes, enquanto falhas visuais ajudam a indicar o que precisa ser refinado.

A construção do jogo combina recursos já produzidos com ferramentas de inteligência artificial para acelerar a experimentação. Esse processo permite incorporar sistemas aos poucos e definir uma identidade própria para cada mecânica, sem perder a etapa de revisão necessária para transformar protótipos em partes estáveis do projeto.
Armas brancas ampliam as referências
Além das armas de fogo, o arsenal inclui porretes, machados, pás e outras opções de combate corpo a corpo. Há ataques fortes e fracos, golpes carregados e animações que buscam dar peso aos impactos contra hordas. Os packs de animação fornecem uma base para essas experiências, mas ainda exigem ajustes de encaixe e leitura visual.

As referências vão além de um único jogo de tiro: a proposta mistura ação, zumbis e combate variado para formar um projeto com personalidade própria. A próxima etapa é continuar aprimorando controles, sons, física e modos de jogo enquanto o arsenal ganha novas funções.
Fonte: Neriverso
