Marathon pode ser o shooter perfeito de 2026, ao menos pelo que se viu no playtest do reboot: o jogo mistura tiro em primeira pessoa com uma direção de arte que transforma cenários e objetos em uma espécie de circuito de GPU sobreaquecido.
No servidor slam do playtest, o combate se apoia em mira por ADS e habilidades com tempo de recarga, e a exploração de sucata para crafting aparece desde o prólogo. Há inimigos robóticos de olhos vermelhos e momentos de saqueamento em habitats plásticos rachados; o autor relata que o destaque é a ambientação mais do que inovações no gunplay, um ritmo de tiro sólido que serve de base para a experiência.
Também se destacam imagens como uma mariposa com código de barras roendo diodos, túneis e câmaras azuis e capacitores amarelos que remetem a componentes eletrônicos. O jogador controla um cérebro que opera corpos cibernéticos — classes como Vandal e Destroyer — e executa missões para facções que oferecem vantagens e custos. A primeira facção, Cyberacme, concede um bônus para identificar loot mais rápido e vem acompanhada por uma cabeça desincorporada chamada Oni, que convida a considerar ela “uma amiga… que você ainda não lembra.”

Fontes: Rock Paper Shotgun
