Um cético com teclados ergonômicos trocou o teclado neste mês e considerou a mudança muito mais fácil do que esperava.
No texto, o autor relata que evitava teclados ergonômicos por causa da aparência e da sensação diferente, e por não querer alterar sua forma de digitar. Ele diz que ainda usa QWERTY e não faz digitação por toque, e descreve a adaptação ao novo teclado como menos complicada do que imaginava. Em uma passagem traduzida, o autor escreve: “Acontece que um teclado é um teclado. Quem diria?”
O relato destaca que diferentes modelos ergonômicos têm curvas de aprendizagem próprias, mas que a transição pode ser mais rápida e menos incômoda do que muitos céticos supõem, abrindo espaço para que usuários reconsiderem o tipo de teclado que usam.
Fontes: PC Gamer
