Death Howl chega hoje: mundo aberto e desafio “sem piedade” que evita sensação de injustiça

Death Howl chega hoje: mundo aberto e desafio “sem piedade” que evita sensação de injustiça

Death Howl lança hoje e está disponível Day One com Xbox Game Pass. O jogo se passa em um mundo espiritual que não perdoa, mas, conforme descreve Malte Burup, diretor de jogo do The Outer Zone, a dificuldade elevada foi desenhada para não parecer injusta: a progressão é persistente e o jogador tem opções para contornar encontros que ainda não consegue vencer.

Ao contrário de muitos deckbuilders roguelite, Death Howl usa um open world no qual o mundo não reseta; se um confronto é invencível num momento, é possível explorar biomas diferentes, caçar espíritos, craftar cartas mais fortes e voltar quando estiver preparado, em vez de reiniciar tudo e grindar sem propósito.

Death Howl screenshot

O jogo mantém a rigidez do desafio: inimigos reaparecem ao descansar nos Sacred Groves e todo erro é punido, com combates que exigem reconhecimento de padrão e posicionamento em grade. Quando você morre, você mantém seu deck e reaparece pouco antes do encontro que derrotou seu personagem. Há também o sistema de queda e recuperação de “Death Howls”, que podem ser recuperados após a morte.

Burup diz que elementos agora associados a soulslike surgiram de forma orgânica durante o desenvolvimento: testadores chegaram a afirmar “Isso parece um soulslike.” A equipe abraçou esses aspectos e equilibrou mecânicas como os Sacred Groves, o aprendizado por repetição e o foco em posicionamento. O estúdio cita influências como Dream Quest, Magic: The Gathering, Final Fantasy Tactics e Breath of the Wild.

Fontes: Xbox Wire

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